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Ao implantar o conceito de fio diamantado no processo
de extração, o empresário Emílio
Broco também visualizava a preocupação
com o meio ambiente. Além de todas as vantagens
financeiras do novo sistema de corte, o reaproveitamento
de total da água fazia com que acreditasse cada
vez mais no fio diamantado.
Na pedreira se mostrava mais seguro em relação
aos explosivos que nem sempre são totalmente
controlados. Sem contar com os danos auditivos causados
pelo martelete e seu constante processo extremo de separação
dos blocos.
Na industrialização, pelo simples fato
de todo o processo ser mais rápido, há
uma comprovada e importante redução de
energia e materiais de consumo. Em comparação
aos teares convencionais, a lama produzida no corte
é menos densa, sem o cal e sem o óxido
de ferro, deixando o processo de reaproveitamento mais
fácil, como por exemplo, para a preparação
de tijolos.
Em suma, o sistema de fio diamantado é infinitamente
mais econômico do que se imagina. Além
de poupar custos e tempo, poupa também nosso
planeta.

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